Mesmo depois do fim, a coisa volta.
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Eu mesma, nas duas pontinhas: entre a da saudade e a da realidade.
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Mas cuidado, meu bem. O extremo de uma ponta da balança sempre pende mais pesado. E nunca é o do desejo.
Mesmo depois do fim, a coisa volta.
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Eu mesma, nas duas pontinhas: entre a da saudade e a da realidade.
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Mas cuidado, meu bem. O extremo de uma ponta da balança sempre pende mais pesado. E nunca é o do desejo.
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