“A antítese de brincar não é o que é sério, mas o que é real.” Freud.
Me dizem que Alice estava sonhando, cuidado. Não sei muito bem o que ando encontrando atrás do espelho: eu, algumas das minhas antigas convicções (tão engraçadas, sérias que só elas!), uns terrores, umas alegrias, alguns confortos, muita, muita estranheza, claro. Tento me lembrar (convencer), às vezes, de que não sou Alice; portanto, não estou sonhando. Mas morro de medo e tristeza quando penso em acordar.