That’s my story…and I’m sticking to it!

Abril 17, 2007

Arquivado em: Uncategorized — Laura F. @ 8:15 pm

Eu nunca achei que ninguém lê esse blog (bom, ele só tem mais ou menos um mês de existência, mas eu nunca achei que ninguém lia o antigo também). Mas as estatísticas do wordpress dizem que ele já foi lido 187 vezes, 22 em um dia só. Ha!

Iss não importa nada, mas é o seguinte: se por acaso você está lendo isso agora, faça uma gentileza, sim? Comenta aí embaixo e diga quem você é? E, se você estiver de bom humor,  diga uma música que você gosta muito.

A primeira parte é só para me deixar feliz. A segunda tem uma utilidade: eu preciso juntar cinco músicas que EU goste muito. Portanto, se tiver por aí umas oito pessoas (nossa, tô chutando alto, hein) e eu não gostar de três músicas, pronto, deu cinco. Vocês vão gostar do resultado, prometo, tá?

Abril 14, 2007

Ah, technology…

Arquivado em: Uncategorized — Laura F. @ 1:07 am

Mês passado eu comprei uma caixa de anticoncepcionais que vinha com três cartelas, pra economizar trabalho. Ganhei de brinde um trequinho rosa que tem uma espécie de alarme chatésimo, que toca todo dia no mesmo horário, e fica tocando até você desligar, ou seja, até tomar o remédio.

Pareceu uma ótima idéia. Até o quinto dia, quando o negócio disparou e eu nunca mais consegui fazer o barulho parar. A solução: escondi embaixo do pufe do quarto, cheio de coisas em cima, pra abafar o som e esperar que, um dia, parasse de apitar. Funcionou. Não escutei mais o apito chato.

Um mês se passou. Eis que, há cinco minutos, ouço, bem baixinho, um som abafado e insistente: “piiii piiiiiii piiiiiiiiiiii”. Levei um tempo tentando descobrir o que era. Olhei para o relógio. Hora de tomar a pílula. Levantei o pufe. Desliguei o alarme. Parece estar funcionando normalmente.

Hmm. Who would know?!

Abril 11, 2007

Arquivado em: Uncategorized — Laura F. @ 3:41 pm

Uma música com um pequeno resumo de mim.

Sem Você (Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown)

“Pra onde eu vou agora livre mas sem você?
pra onde ir, o que fazer, como eu vou viver?
Eu gosto de ficar só
mas gosto mais de você
Eu gosto da luz do sol
mas chove sempre agora
sem você
sem você
sem você

Às vezes acredito em mim mas às vezes não
às vezes tiro meu destino das minhas mãos
talvez eu corte o cabelo
talvez eu fique feliz
talvez eu perca a cabeça
talvez esqueça e cresça

sem você
sem você
sem você
sem você

Talvez precise de colchão, talvez baste o chão
talvez no vigésimo andar, talvez no porão
talvez eu mate o que fui
talvez imite o que sou
talvez eu tema o que vem
talvez te ame ainda
sem você
sem você
sem você
sem você”

Abril 10, 2007

Arquivado em: Uncategorized — Laura F. @ 2:09 pm

Entrei aqui para dar minha singela opinião na discussão da legalização do aborto. Mas, pra falar a verdade, fiquei com preguiça. Esse artigo, na seção Tendências e Debates da Folha de hoje traz, para mim, todos os piores argumentos de quem é contra a legalização. Porque é tão óbvio que ninguém é a favor do aborto em si que eu nem consigo começar a desconstruir as justificativas desse pessoal.

A questão, para mim, é: cada mulher que ficar grávida e não puder ter a segurança de fazer uma escolha, terá a garantia de um futuro minimamente bom e seguro para si mesma e o filho que carrega, indesejadamente, na barriga?

Quero destacar a seguinte frase do deputado Luiz Bassuma, autor do artigo lá de cima: “As mulheres mais jovens e pobres, vítimas de toda sorte de preconceito, precisam encontrar no Estado apoio amplo e irrestrito à maternidade, cuja beleza deve ser compartilhada com a paternidade responsável”. Bonito. E, depois, seus filhos serão batizados por um grupo de fadinhas cintilantes, em alguma floresta bucólica, onde o “Estado” construirá um pequeno chalézinho para a nova família viver feliz.

Não acho possível que a discussão se dê na hipótese do ideal, especialmente quando a realidade mostra um Brasil que convive com milhões de abortos clandestinos por ano.

Ou seja: a escolha já existe, já está sendo feita por essas mulheres. É apenas uma questão de tirá-la da ilegalidade. E nem quero entrar na obviedade de que você e sua filha e sua sobrinha e todas as mulheres do mundo NÃO vão passar a abortar SÓ porque é legal. Até porque, com o perdão do trocadilho, decidir fazer um aborto não é nada, nada legal.

E, já que me dispus a falar sobre, de minha parte, não sei se teria coragem de fazer um aborto, se me encontrasse na situação de considerá-lo. Mas também não sei se teria coragem de não fazê-lo. Conheço mulheres que optaram por fazer, que desistiram, que nunca cogitaram a hipótese. E, independentemente do caminho que a vida delas tomou depois disso (e cada um teve seus percalços, certamente), todas têm uma coisa em comum: puderam escolher seu futuro.

De qualquer forma, esse outro artigo, também na seção de Opinião da mesma Folha, resume bem o que eu penso.

Update: aqui, uma visão mais completa e bem articulada sobre o artigo

Abril 5, 2007

Da nova série: Como se divertir no trabalho

Arquivado em: Uncategorized — Laura F. @ 2:28 pm

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Abril 2, 2007

Desabafo?

Arquivado em: Uncategorized — Laura F. @ 3:26 pm

Ok, eu sou do mal. Sou arrogante, chata, irritante, teimosa e até preconceituosa. Eu falo mal das pessoas, sou crítica demais com os outros - exatamente na medida que o sou comigo mesma.

É verdade que eu sou impaciente. Que eu grito e posso ser intolerante com quem não é igual a mim. Que eu sou irônica, sarcástica e, por vezes, estúpida. E que falo verdades desnecessárias. Sou sincera ao extremo – se não quiser saber minha opinião, não me procure.

Mas posso, também, ser doce e terna. E sei fazer graça e falar sério. E quase ninguém sabe que nem sempre preciso estar certa: basta que alguém consiga me convencer do contrário, e eu apenas darei uma risada sem graça, antes de admitir que não tenho razão. E aprendi, com o tempo, a tolerar quem precisa de minha tolerância, e a aprender com quem vive coisa totalmente diferentes de mim.

Não, eu não coleciono amigos. Tenho poucos deles, bem poucos. E me dou o direito, todo dia, de renovar o sentimento por alguns e repensar por outros. A admiração por cada um deles é minha condição irrevogável. Sobram como meus amigos, hoje, apenas os que sabem de tudo isso que escrevi.

 Não quero tornar-me uma personagem de mim mesma.

Não necessariamente nessa ordem…

Arquivado em: Uncategorized — Laura F. @ 1:11 pm

A melhor festa do mundo inclui: muita bebida, todos os meus amigos, brinde “a quatro anos de alegria e sofrimento”, danças malucas com as musas na pista, ao som de uma música que não me lembro qual era, fotos fotos fotos, valsa com irmão e pai, uma mesa cheia de gente alegre – ou um pouco bêbada, quem sabe -, voltar pra casa às 7h da manhã, feliiiz feliz feliz.

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